quarta-feira, janeiro 01, 2014

A Mensagem do Presidente

Gostei de ouvir a Mensagem de Ano Novo do Presidente da República, mas, perdoem que pergunte: não é a assumpção da necessidade de um “programa cautelar” a prova evidente do falhanço das políticas tomadas até aqui por este Governo, que tem sido tão bem respaldado pelo Presidente?

Julgo que não vale a pena dourar a pílula: a necessidade de um “programa cautelar” é uma prova mais do que evidente do falhanço das políticas governamentais, para não falar do resto – dos elevados níveis de desemprego, da pobreza, das desigualdades sociais, da emigração, do défice orçamental, etc., etc. etc. Faz por isso todo o sentido clamar por mais justiça social e por desenvolvimento (na Mensagem de Ano Novo, o Presidente não se esqueceu de referir estes desígnios). Na verdade, o crescimento económico de nada nos servirá se não for acompanhado por desenvolvimento, ou seja, para ser mais exacto, pela criação de emprego, pela redução da pobreza e pela diminuição das injustas desigualdades sociais.

Além disso, por muito virtuoso que possa ser o “programa cautelar” – parece que é assim que querem que pensemos dele, que é uma coisa virtuosa - a verdade é que a Irlanda o rechaçou.

Serão os irlandeses parvos?


Se vier o “programa cautelar”, o que quer que isso seja, em caso de necessidade, dizem, e se for accionado, adivinhe quem vai pagar?

Passeio pelo Porto, Douro & Gaia XIII


Passeio pelo Porto, Douro & Gaia XII

Passeio pelo Porto, Douro & Gaia XI

Passeio pelo Porto, Douro & Gaia X

Passeio pelo Porto, Douro & Gaia IX


Passeio pelo Porto, Douro & Gaia VIII


Passeio pelo Porto, Douro & Gaia VII


Passeio pelo Porto, Douro & Gaia VI


Passeio pelo Porto, Douro & Gaia V


Passeio pelo Porto, Douro & Gaia IV

Passeio pelo Porto, Douro & Gaia III

Passeio pelo Porto, Douro & Gaia II


Há dias assim, em que nos armamos em turistas japoneses.

Passeio pelo Porto, Douro & Gaia: Jardim do Morro

Hoje, cerca do meio-dia. Início do calcorreio.

A passagem de ano é quando o homem quer

Na verdade, na verdade, a passagem de ano é que é quando o homem quer, não o Natal.

Toda esta alegria alimentada a espumante ou champagne, para não mencionar beberagens mais agrestes, não passa de uma grande ilusão: os dias sucedem-se e hoje é quarta-feira. No entanto, a laboriosa cidade jaz adormecida.

O dia, ou o ano, se quisermos, acordou cinzento e as ruas ainda dormem.

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