sexta-feira, outubro 02, 2026

Uma verdadeira reforma

 Uma verdadeira reforma seria acabar com as portagens nas auto-estradas.

 

Mas o Ministro das Infraestruturas e da Habitação de Portugal, Miguel Pinto Luz, acha que não, como aqui diz:

 

https://expresso.pt/governo/2026-09-29-portagens-sao-fonte-de-receita-da-qual-nao-podemos-abdicar-diz-ministro-das-infraestruturas-ed738dc7

 

Reduziam-se os custos de transporte de mercadorias, pela via rodoviária; aproximavam-se os lugares pela redução da distância-custo; a redução de custos repercutir-se-ia na redução de preços e no aumento da competitividade das empresas. Seria um estímulo ao crescimento económico e por essa via as receitas a arrecadar pelas empresas e pelo Estado seriam mais do que compensadas pela perda das receitas das portagens. Mesmo os que não conduzem em auto-estradas, ou não possuem automóvel, beneficiariam com a redução dos preços das mercadorias transportadas na rodovia.

 

Mas faltam collones aos nossos políticos, mui liberais, para uma reforma assim.

 

Que aprendam com os alemães que as não têm. Ora, ora, ora.

sábado, agosto 29, 2026

O que esperavam?

 


Tudo o que há a saber acerca de Adolph Eichmann


OLHOS: ...........................Médios

CABELO: ..........................Médio

PESO: ............................Médio

ESTATURA: ........................Média

CARACTERÍSTICAS DISTINTIVAS: .....Nenhuma

DEDOS DAS MÃOS: ..................Dez

DEDOS DOS PÉS: ...................Dez

INTELIGÊNCIA: ....................Média


O que esperavam?

Garras?

Incisivos grandes?

Saliva verde?

Loucura?


Leonard Cohen, 1964


(Lido ao folhear um livro numa biblioteca municipal)

terça-feira, julho 28, 2026

Drill, baby, drill = Burn, baby, burn!

Algures na Gironda.                                                      Photograph: Maximilien Lamy/AFP/Getty Images

quarta-feira, junho 10, 2026

Viva Portugal!

 Viva Portugal! Viva os Portugueses!

Os que foram, os que são e os que virão.

domingo, abril 26, 2026

É o poder da geografia, estúpido!

“As forças armadas iranianas treinam regularmente a «abordagem» a embarcações de grande porte, com dúzias de barcos de ataque rápido, alguns deles armados com mísseis antinavios. No caso de um conflito em larga escala, o Irão também poderia recorrer a esquadrões suicidas como fez na guerra Irão-Iraque. As forças navais convencionais, incluindo uma mão-cheia de submarinos, provavelmente seriam rapidamente detetadas e facilmente desativadas, mas um misto de mísseis antinavio, operações de forças especiais contra petroleiros, e táticas de abordagem, poderia bastar para, a um tempo, fechar temporariamente o estreito e debilitar um inimigo a ponto de este bater em retirada. Do mesmo modo, causaria imenso transtorno nos carregamentos de petróleo e de gás oriundos do Iraque, Koweit, Arábia Saudita e EAU, provocando uma crise colossal nos preços da energia e, potencialmente, uma recessão global. Quando Teerão sente pressões, especialmente quando lhe ameaçam as exportações de petróleo, emprega uma variação de um aviso emitido em 2018: «Faremos o inimigo compreender que ou toda a gente pode servir-se do estreito de Ormuz ou ninguém poderá.»”

Tim Marshall, O Poder da Geografia, Desassossego, p. 54-55, 2021

***

Empolgado com o seu “êxito” militar na Venezuela e o rapto de Maduro, o presidente americano, à primeira oportunidade e sem pensar (sempre sem pensar), lança-se ao ataque contra o Irão e mata o aiatola. Em retaliação o Irão dispara em todas as direções ao seu alcance e ativa um plano há muito preparado e ensaiado: fechou o estreito, para surpresa (pasme-se) dos jumentos que lideram o governo dos E.U.A. “Ou toda a gente pode servir-se do estreito de Ormuz ou ninguém poderá.” Compreenderam?

Os iranianos tentam agora explicar a realidade aos americanos com peças de lego.

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Epílogo

Todas as famílias do mundo têm agora o seu orçamento familiar mais reduzido (as que têm orçamento familiar), devido às decisões asininas da presidência americana. Todos estamos mais pobres. Todos sem excepção. Pela frente assoma-se a ameaça de “uma crise colossal nos preços da energia e, potencialmente, uma recessão global”.

sábado, abril 25, 2026

O povo é sereno!


 A liberdade não espera tranquilamente pelo seu fim. A liberdade luta contra os seus inimigos - os que se 
disfarçam no seu seio à espera do momento certo para lhe porem termo. Sim, há por aí inimigos da liberdade. 

O povo é sereno!

Viva o 25 de Abril!

 

E aqui deposito um cravo.



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