segunda-feira, dezembro 07, 2015
Outro menir
Mais alto do que as serras de Sintra e da Arrábida. Mais alto do que a serra do Caldeirão.
Cu-cu
Pois é. Aí está a extrema-direita a fazer a sua aparição no horizonte. Já se esperava.
Os principais responsáveis por esta situação são os partidos que governaram e ainda governam a França e as políticas que adoptaram para lidar com o inimigo dentro de portas. A responsabilidade é de François Hollande, um líder frouxo, uma caricatura, e também do seu partido. Quanto ao terrorismo, não o preveniu, tendo agido após os factos consumados e com os resultados que se conhecem. Há terroristas à solta, a monte e aos montes.
Epílogo: a extrema-direita venceu a primeira volta das eleições regionais em França. E estamos só no princípio. Esta ainda é, e será sempre, a velha Europa.
domingo, dezembro 06, 2015
quinta-feira, dezembro 03, 2015
segunda-feira, novembro 30, 2015
Da desconfiança, do excesso de zelo e do desmazelo
A confiança é boa. O controlo é melhor.
Ditado alemão e pelos
vistos também suíço.
O ditado bem podia ser “A confiança é boa, mas a desconfiança ainda é
melhor”, que o seguro morreu de velho e não vá o Diabo tecê-las. A Suíça é o
país dos relógios e das torres sineiras e não é por acaso. O tempo tinha de ser
atestado pelo relógio na urbe suíça, logo que fosse possível construir
relógios em torres altaneiras para que toda a gente pudesse ver. O sol até nos
pode dizer que é meio-dia, mas pelo sim e pelo não, para o suíço, é melhor erguer o olhar
para o alto, para a torre sineira.
Já nos países latinos, bem no sul
mediterrânico da Europa, onde as gentes gostam de rir e de folgar, e acima de
tudo neste Portugal, o ditado bem podia ser outro: “O controlo é bom, mas a
confiança ainda é melhor.” Outras mentalidades.
sexta-feira, novembro 27, 2015
Chegado o novo governo e…
Já se perfilam as corporações: sindicalistas
e patrões, taxistas e empresários (pequenos, médios e grandes), banqueiros e
bancários, professores e enfermeiros, juízes e guardas prisionais, polícia de segurança
pública e forças armadas, médicos e maquinistas, proprietários e senhorios e
etc., etc. etc., e assim sucessivamente. Eis o país onde tudo falta e tudo se pede, cada um de acordo com os seus interesses, cada um sem olhar às possibilidades. O
país onde todos ganham mal, desde o trolha ao presidente (o mesmo o disse). Ingovernáveis
estes lusitanos, já diziam os romanos.
Que Costa não caia no erro de querer dar tudo
a todos. Guterres nisso deu-se mal. Tanto ouviu que partiu, para escapar ao
pântano lodoso da governação em que se meteu.
Mas Costa abre já com um ar de
festa: cria mais ministérios e secretarias de estado, que há muita gente a
sentar. Bem podia ser como a Holanda, como insinua aqui o Rentes. Sempre seria
mais comedido e precavido. Mas não. Tempos festivos estes.
Ao Costa e aos seus, votos de um
bom trabalho. É difícil fazer pior do que o governo anterior. Que saiba dizer
não e que prove que sabe governar, ao largo de todas as banca rotas e
corporações.
domingo, novembro 22, 2015
O Islão e as provocações
As palavras realçadas no último post, que não são as minhas, são evidentemente uma provocação que convocam
a uma reflexão. Ainda assim, como disse, gostei de as ler.
Onde está a provocação?
No paternalismo implícito na
expressão “civilizar o Islão”. O que significa isso? Poder-se-á civilizar uma
civilização? O Islão não é apenas uma religião, é uma civilização; um espaço
civilizacional que se estende desde a costa da Mauritânia aos confins das ilhas
da Indonésia. Quererá dizer “civilizar o Islão” o mesmo que “ocidentalizar o
Islão”? Ora nem o Islão quer ser ocidentalizado, da mesma forma que o Ocidente não
quer ser islamizado.
Outra provocação: comparar o
Alcorão ao “Mein Kampf”. Esta consideração
leva-nos a associar o islamismo ao nazismo. Ora nem o islamismo é o nazismo,
nem o Alcorão é o Mein Kampf. O “Mein Kampf” escrito por Hitler, como se
sabe, é um livro maldito e proibido em muitos países e o nazismo foi, nos
espaços onde vingou, alvo de um processo de desnazificação. Defenderão os que
comparam o Alcorão ao “Mein Kampf”
uma desislamização do mundo?
Contudo, e dito isto, constatamos
ainda assim que algo “cheira mal, muito mal, neste Reino da Dinamarca”.
quinta-feira, novembro 19, 2015
O Corão é mais perigoso do que o «Mein Kampf»
É fácil islamizar uma civilização, difícil é civilizar o Islão.
O Corão é mais perigoso do que o «Mein Kampf», de Hitler...
O proselitismo é comum mas a Reforma, o Renascimento, o Iluminismo e a Revolução Francesa foram os passos que permitiram substituir a alegada vontade de Deus pela dos homens e submeter o clero ao poder secular.
O Corão é mais perigoso do que o «Mein Kampf», de Hitler...
O proselitismo é comum mas a Reforma, o Renascimento, o Iluminismo e a Revolução Francesa foram os passos que permitiram substituir a alegada vontade de Deus pela dos homens e submeter o clero ao poder secular.
Gostei de ler, AQUI, de Carlos Esperança, no Sorumbático
quarta-feira, novembro 18, 2015
Liberdade versus Segurança
Liberdade versus segurança, eis uma falsa questão.
Não há liberdade sem segurança.
Lamentamos.
Não há liberdade sem segurança.
Lamentamos.
domingo, novembro 15, 2015
A barbárie jamais vencerá.
Hoje as multidões encheram a
praça frente à catedral Notre-Dame, depois da missa, e entoaram-se cânticos na place de la Republique. Aguarda-se uma
resposta mais musculada contra os clusters
do activismo islâmico na Europa e mais além. A barbárie não se pode sobrepor ao
mundo civilizado, diz Obama frente ao presidente turco. O activismo islâmico
não pode ser consentido na Europa e em nenhum outro lugar do mundo civilizado.
Ao longo das últimas semanas
foram numerosos os atentados, a começar pela queda do avião comercial russo na
península do Sinai. Depois no Líbano e na Turquia e agora em França. Serão os
últimos estertores do Daesh, agora
que o martelo russo cai na Síria e que infantaria iraniana entra no terreno? E
temos ainda a intervenção das forças aéreas americana, francesa entre outras, em
apoio dos peshmergas no solo. Como
pode o Daesh resistir a tudo isto? E
eis então que os ratos do Daesh fogem
em todas as direções. É a debandada. Alguns dirigem-se para a Europa. Pois a
Europa que acorde. Aqui há trabalho que não pode deixar de ser feito, sob pena
de se repetirem os atentados de Paris.
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França,
Paris,
Terrorismo
sábado, novembro 14, 2015
Os terroristas vencem
Em vez de uma resposta destemida,
que seria Paris a funcionar normalmente este sábado, com gente nas ruas - uma Paris
desafiadora e confiante – a cidade acordou com medo, com os seus cidadãos
escondidos atrás de portas, como cordeiros, com receio de lobos armados nas ruas.
E tudo a conselho de uma fraca liderança. Os atentados são um acto de guerra,
pois claro, mas não uma declaração de guerra, porque essa há muito foi declarada.
Não é a Síria sobrevoada e bombardeada por aviões franceses?
Se fosse oposição em França, deixaria
passar os dias de luto e a seguir cairia com força sobre o governo francês e o
presidente. As falhas de segurança que permitiram estes
atentados são inadmissíveis e a senhora Le Pen já está a tentar tirar proveito
desta situação, com o seu populismo fácil.
A velha “solução” europeia para todos os problemas do mundo.
Despejar dinheiro em cima dos
problemas. É o que a União Europeia faz quando se depara com problemas aparentemente
insolúveis ou trabalhosos e de difícil resolução. Não faz, mas paga a quem
faça. Assim inunda a Turquia com dinheiro para que contenha os refugiados. Inunda
com dinheiro a Faixa de Gaza para a pacificar. E lança dinheiro sobre África para conter os incómodos migrantes lá na terra deles. Como se isso resolvesse o
problema.
“The Emergency Trust Fund is an innovative way how the EU is stepping up its collective response to current challenges on the ground…” dizem eles. Deixa-me rir.
Na União Europeia as
incompetências dos políticos e dos tecnocratas sempre se podem ocultar sob uma
larga e opaca camada de dinheiro. Na União Europeia o dinheiro fala sempre mais alto.
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Política,
União Europeia
Uma acordo, pois.
Uma coisa é um governo coligado PS/BE/CDU outra é um governo do PS com o apoio acordado da CDU e do BE. Os acordos, tal como nos casamentos, têm o seu estado de graça e os estados de graça na política são breves. Até o Syriza para governar na Grécia teve de se coligar com um partido fora da sua área política para que houvesse alguma legitimidade na governação.
Num acordo, a responsabilidade é menor do que seria caso os partidos se coligassem pontualmente para governar e existissem ministros ou secretários de estado de todos os partidos que o assinaram. É até estranho que a CDU e o Bloco não impusessem nas negociações a condição de participarem num governo, com ministros ou secretários de estado. Afinal todos os partidos têm como objectivo alcançar o governo do país.
CDU e BE dão assim razão àqueles que os remetem para as bancadas opositoras do hemiciclo, para todo o sempre. Os mesmos que dizem que o BE e a CDU não têm vocação de governo e que não são partidos do “arco da governação”.
quarta-feira, outubro 28, 2015
Sampaio da Nóvoa em entrevista
Num ápice Sampaio da Nóvoa arrumou a questão do espantalho comunista e extremista erguido por Cavaco Silva, logo a seguir às eleições e mais recentemente (o da saída da NATO, na Zona Euro, da União Europeia, do incumprimento dos compromissos internacionais, e dos dos tratados e do não pagamento da dívida externa, etc.). Cavaco deu o mote aos políticos do PSD e do CDS/PP para uma argumentação do tipo “cuidado vem aí o papão, tenham medo, muito medo”.
Disse Sampaio da Nóvoa em entrevista que os programas dos partidos não têm de ser confundidos com o programa de Governo. E deu o exemplo do Partido Popular Monárquico (PPM) que integrava a AD que governou Portugal, nos idos anos 80. Que se saiba a República não se converteu numa Monarquia só por o PPM ter integrado o governo da altura.
Caros senhores arrumem lá a viola no saco ou cantem outra canção, que esse argumento do espantalho comunista ou extremista não serve.
Disse Sampaio da Nóvoa em entrevista que os programas dos partidos não têm de ser confundidos com o programa de Governo. E deu o exemplo do Partido Popular Monárquico (PPM) que integrava a AD que governou Portugal, nos idos anos 80. Que se saiba a República não se converteu numa Monarquia só por o PPM ter integrado o governo da altura.
Caros senhores arrumem lá a viola no saco ou cantem outra canção, que esse argumento do espantalho comunista ou extremista não serve.
Entrevista AQUI
sábado, outubro 24, 2015
70 years keeping the peace
Setenta anos a manter a paz e a tentar unir todos os seres humanos em torno de causas comuns, é obra! A criação das Nações Unidas é uma das maiores obras de sempre do ser humano.
Oxalá dure. Quando a malograda Sociedade das Nações caiu, o mal varreu o mundo. Foi a tragédia da IIª Grande Guerra. Mas das cinzas da Sociedade das Nações surgiu, qual fénix renascida, a ONU.
Hoje é caso para dizer:
Congratulations UN!
70 years keeping the peace.
Viva a ONU!
Viva a ONU!
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