sexta-feira, setembro 28, 2012
quinta-feira, setembro 27, 2012
Afinal há uma ministra...
Aqueles que, por mais do que incompetência, enquanto governantes, trataram de fazer acordos ruinosos para o país, em benefício próprio ou dos seus partidos e em prejuízo dos contribuintes, devem ser julgados por isso. É preciso traçar bem a linha entre a responsabilidade política e a responsabilidade criminal.
Quem nos governa não tem carta branca para assumir todo o tipo de acordos ruinosos em nosso nome ou em nome dos vindouros. Estamos hoje todos a pagar por essas “incompetências”.
Qual Portugal?
Se há algum período da história de
Portugal que se assemelha ao actual momento do país (qual país?
pobre país?), não tenhamos dúvidas, é o do domínio filipino, esse entre 1580 e
1640, quando Portugal não era Portugal, era outra coisa qualquer, uma região
dum vasto império onde o Sol nunca se punha. Vem agora o Sr. Primeiro-ministro traçar paralelos entre o nosso tempo e o tempo do Gama, quando o navegador começava a sentir os ventos favoráveis que impeliam paulatinamente as suas naus em direcção à Índia, mesmo contra a corrente dominante. Tenha juízo. Os ventos são
mais do que desfavoráveis e sopram no mesmo sentido da corrente avassaladora
da crise internacional do capitalismo. Empurram-nos para o abismo. Este Governo dá mostras de que não sabe bem para onde vai, e, como nos diz o
grande Séneca, velho mestre estóico: não há ventos favoráveis para quem não sabe
para onde vai. O fim de Portugal, enquanto país livre e independente, já foi. Mas
muita gente ainda não se deu conta? Isto já não é Portugal, é outra coisa
qualquer.
Agora precisamos, isso sim, de restaurá-lo,
como tão bem sabemos fazer, mas para tal é preciso aguardar pelo tempo certo.
Acabaremos também por ter os nossos defenestrados. É uma questão de tempo.
terça-feira, setembro 25, 2012
domingo, setembro 23, 2012
Por favor, parem de nos lançar areia para os olhos!
Quando alguém propõe uma maior tributação fiscal do
capital, por uma questão de maior justiça e equidade fiscal e social, aparecem logo os comentadores
do costume, como o professor Marcelo Rebelo de Sousa hoje na TVI, sugerindo que, nesse caso, seriam abrangidas as contas a prazo do comum dos portugueses, como se essas contas fizessem
parte do capital que se quer tributar. E, dessa forma, lançam areia para os olhos
de muita gente.
É bom que se clarifique o que se entende
por capital a taxar nas propostas que estão a ser colocadas em cima da mesa.
Não são as contas a prazo. Não nos deixemos enganar. São as transacções
financeiras e os dividendos dos accionistas.
Etiquetas:
O neoliberalismo no seu melhor,
Política
sábado, setembro 22, 2012
Outono
Personificação do Outono (detalhe), séc. II AD.
Museus do Vaticano
Museus do Vaticano
Até aqui foi campo,
astro celeste.
Agora, porém, Baco,
vou cantar-te
em rebentos de bosque
e de oliveira
tão lentos no crescer.
Ó Pai Leneu,
a mim virás que tudo
aqui se encheu
do que por ti foi
dado; em teu louvor
floresce a terra
inteira, carregada
de folhagens de Outono
e faz vindima
ficar lagar até à
borda espuma.
Vergílio, Geórgicas, Livro II
(tradução de Agostinho da Silva)
***
Personificação do Outono, séc. II AD.
A estátua foi encontrada em 1804 por Robert Fagan na propriedade Cesarini, Campo Jemini (Tor Vajanica), próximo de uma antiga vila romana. O Outono é representado como uma jovem mulher com uma coroa ornamentada com uvas e rodeada por quatro cupidos vindimando. Tendo sido a cabeça acrescentada pelo escultor neoclássico Massimiliano Laboureur, a escultura remonta a meados do século II d.C.
Portugal, Grécia e Irlanda podem perder duas vezes nas privatizações
«Os cidadãos da Grécia, de Portugal e da Irlanda vão perder porque a corrupção vai fazer com que não recebam um preço justo nos milhares de milhões em activos que vão ser vendidos para reduzir os défices. Não vão receber o valor justo e o dinheiro que deveria servir para recuperar as finanças e a economia vai com frequência para os bolsos daqueles que protegem os seus interesses pessoais»
(...)
«Primeiro há falta de responsabilização, especialmente na área do financiamento público; segundo, há uma deficiente participação da população em geral em responsabilizar os dirigentes; e em terceiro e muito importante, há impunidade para os que violam a lei.» Cobus de Swardt, director da Transparency International. AQUI
Nada que já não soubéssemos.
Nada que já não soubéssemos.
sexta-feira, setembro 21, 2012
É isto um país? É isto um Presidente? É isto um Governo?

«Cada português pode imaginar o que é que sucederia a Portugal, país que depende enormemente, todos os dias, do financiamento das instituições internacionais para o desempenho das funções do Estado, para o funcionamento das empresas e dos bancos, se juntássemos a essa situação uma crise política», alertou Cavaco Silva» [1]. AQUI.
Que somos dependentes sabemos nós. Mas caramba! Para que precisamos de um Presidente que nos está sempre a lembrar a nossa impotência e a nossa dependência em relação ao financiamento externo e aos mercados financeiros? Que já não somos independentes sabemos nós. E vamos agora contentar-nos com isso? Temos de conformar-nos? É isso?! Ora é isso uma ova! O que estão o Governo e o Presidente a fazer para que voltemos novamente a ser independentes e livres? Lembra-nos o Presidente que o Estado não funciona sem a ajuda financeira do exterior. Pois! É um facto! Mas as palavras, senhores, as palavras... "Portugal, país que depende enormemente, todos os dias, do financiamento das instituições internacionais..."Wrong words!", "Le parole sono importante!" Portugal tem de voltar a ser independente. Deveria ser nisso que o Governo e o Presidente e toda a classe política e ainda, todos os portugueses, deveriam estar a empenhar todas as suas energias. Mas todo o discurso do Presidente e dos que nos governam aponta no sentido do conformismo e da impotência. E é isso que é revoltante. Fracos líderes fazem fraca a forte gente.
É preciso mudar este estado de coisas a começar por estes políticos sem desígnio que nos lideram. Mas que raio de país é Portugal, que não consegue autofinanciar-se, que não consegue erguer-se por si só, que não consegue ser livre? É isto um país? Porque haveríamos de contentar-nos com esta situação de dependência? Porque haveríamos de contentar-nos em regressar aos mercados, só para continuar a alimentar uma vida a crédito, sem qualquer liberdade e sem uma autodeterminação plena?
Ao fim de tantos anos, D. Afonso Henriques dá voltas na tumba.
Bancadas vazias

Hoje o debate na Assembleia decorreu com as bancadas da assistência vazias. Consta que por razões de segurança, foi vedada a entrada ao comum dos cidadãos.
Mal estamos quando o povo não pode estar presente na Casa da Democracia.
Algo começa a cheirar mal, e não é no reino da Dinamarca. É a IIIª República a apodrecer.
quinta-feira, setembro 20, 2012
Uma espécie de metamorfose*
Às vezes penso que,
por este andar, um dia, nós, os contribuintes, acordaremos surpreendidos ao
constatar que fomos todos privatizados.
À socapa, como de costume, um dos
magos do governo terá a ousada ideia de privatizar os contribuintes, por falta
de haver mais o que privatizar. Privatizará pois os contribuintes, porque não?
Magnífica ideia, pensará ele! Vende o país por inteiro. Passaremos todos a
contribuir então, todos, sem excepção, para alguma China ou alguma Angola que nos
compre. Pode ser que nos comprem. (Será que nos compram?)
A estes que agora nos governam, a
história os julgará: provavelmente, os coveiros de Portugal, os que nos
venderam, os que nos enterraram. (Claro, isso só se deixarmos).
A propósito, ouvi este Verão no
rádio do automóvel a notícia de que em Guimarães iria realizar-se o
funeral de Portugal. Fiquei a ruminar naquilo por uns instantes enquanto
conduzia assaltado pela estranha sensação de que Portugal afinal já morrera e
que nós estaríamos a viver equivocados, convencidos de que o país ainda
existia.
Não foi o sociólogo António
Barreto que, há menos de um ano, que lhe augurou um fim? AQUI.
(Malhas que o Império tece!)
-------------------------------------------------------------------------------------------------
(*) No romance A Metamorfose de Kafka, Gregor Samsa acorda
surpreendido ao ver-se transformado num insecto rastejante.
segunda-feira, setembro 17, 2012
A mensagem
«Passos Coelho já perdeu esta luta porque já perdeu todas. A própria "chamada" de Cavaco Silva a Vítor Gaspar ao Conselho de Estado, tornada pública, é um atestado de menoridade e um insulto ao primeiro-ministro. Cavaco chamou "quem sabe" e quem sabe é Gaspar. É esta a mensagem.» (Pedro Santos Guerreiro, Jornal de Negócios).
sábado, setembro 15, 2012
domingo, setembro 02, 2012
Civilização e barbárie
George Steiner, mais do que uma
vez, questiona-se e questiona-nos: como foi possível que as universidades, os
museus, os teatros, as bibliotecas, os centros de investigação, as ciências e
as humanidades, tenham prosperado na proximidade dos campos de concentração?
Como foi possível que tal grau de civilização tenha convivido, lado a lado, com
tal grau de barbárie?
Pois bem, quem se passeia pelo
Palatino, pelos Fora Imperiais e pelo Coliseu, esse colosso inaugurado em 80
d.C. com pompa e circunstância - 100 dias de circo ininterrupto, com a chacina
espectacular de todo o tipo de bichos e depois cristãos – não deixa de se
colocar a mesma questão. Como foi possível que a mesma civilização que produziu
um Virgílio, um Séneca, um Cícero, entre muito outros gigantes, tenha produzido
aquilo? O Coliseu não era um campo de concentração, não era uma fábrica de morte, é
certo, mas não deixava de ser um circo de morte, onde a chacina se convertia em
espectáculo. De lembrar ainda que o Coliseu não era único - era o maior de
muitos circos espalhados pelas cidades do Império.
Por baixo da fina película de
civilização daquela época escondia-se uma civilização esclavagista e
sanguinária que não permitia quaisquer veleidades aos escravos e muito menos
aos escravos revoltosos – 6 000, comandados pelo revoltoso Spartacus, foram crucificados
ao longo da via Ápia, só para dar o exemplo.
Analisando as histórias do mundo,
assim como o mundo no presente, não nos deixamos de questionar: que estranha
correlação é essa entre a civilização e a barbárie? Será que um elevado grau de
civilização tem sempre de conviver com um elevado grau de barbárie? Tem de ser
mesmo assim?
A decadência da cultura
Há muito que se ouvem lamentos
oriundos de vários quadrantes, anunciando a decadência da cultura ou até o fim
de um certo tipo de cultura. O primeiro que ouvimos foi o de Alexis de Tocqueville, esse aristocrata que percorreu a América nos tempos da jovem
democracia e que, perspicazmente, observou: “A democracia não somente faz estender o gosto pelas letras às classes industriais; ela introduz o espírito industrial no seio da literatura.» Progressivamente, o espírito industrial e
mais tarde, o comercial, invadiu todas as áreas da cultura, tendo contribuído
para o seu ocaso. Hoje é o mercado que determina o que se constitui
como um “valor” no campo cultural. Este facto resultou numa completa inversão
de valores e numa cultura comercializada e massificada, nivelada por baixos
padrões de qualidade.
Lamentos pela decadência da cultura
(entradas por ordem cronologica):
Ortega y Gasset, José (1934), El Tema de Nuestro Tiempo
Theodore Adorno, Max Horkheimer (1944), “The culture industry: Enlightenment as mass
deception” in Gunzelin Schmid Noerr (ed.), Dialectic of Enlightenment: Philosophical Fragments, pp. 94–136
T. S. Eliot (1948), Notes Towards the Definition of Culture [Notas para uma Definição de Cultura. Edições Século XXI, 1996]
Guy Debord (1967), La Société du Spectacle [A Sociedade do Espectáculo. Antígona, 2012]
George Steiner (1971), In Bluebeard’s Castle. Some Notes Towards the Redefinition of Culture. [No Castelo do Barba Azul. Algumas notas para a redefinição de cultura, Relógio D’Água, 1988]
Allan Bloom (1987), The Close of the American Mind [A Cultura Inculta: Ensaio sobre o declínio da Cultura Geral, Publicações Europa-América, 1987]
Jacques Barzun (2000), From Dawn to Decadence: 500 Years of Cultural Triumph and Defeat. 1500 to Present [Da Alvorada à Decadência. De 1500 à Actualidade. 500 Anos de Vida Cultural do Ocidente, Gradiva, 2003]
Mário Vargas Llosa (2012), La Civilizatión del Espectáculo
Theodore Adorno, Max Horkheimer (1944), “The culture industry: Enlightenment as mass
deception” in Gunzelin Schmid Noerr (ed.), Dialectic of Enlightenment: Philosophical Fragments, pp. 94–136
T. S. Eliot (1948), Notes Towards the Definition of Culture [Notas para uma Definição de Cultura. Edições Século XXI, 1996]
Guy Debord (1967), La Société du Spectacle [A Sociedade do Espectáculo. Antígona, 2012]
George Steiner (1971), In Bluebeard’s Castle. Some Notes Towards the Redefinition of Culture. [No Castelo do Barba Azul. Algumas notas para a redefinição de cultura, Relógio D’Água, 1988]
Allan Bloom (1987), The Close of the American Mind [A Cultura Inculta: Ensaio sobre o declínio da Cultura Geral, Publicações Europa-América, 1987]
Jacques Barzun (2000), From Dawn to Decadence: 500 Years of Cultural Triumph and Defeat. 1500 to Present [Da Alvorada à Decadência. De 1500 à Actualidade. 500 Anos de Vida Cultural do Ocidente, Gradiva, 2003]
Mário Vargas Llosa (2012), La Civilizatión del Espectáculo
[A lista irá sendo acrescentada, à medida que novas leituras sobre o
assunto o justifiquem. No prelo: Ortega y Gasset (1925), La deshumanizacion del arte]
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