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No Gerês o rumor da água soa em todos os caminhos.
Velha aliada de carvalhos tranquilos.
Alegres os que caminham à sua sombra,
Alheios ao alvoroço do mundo.
Tivesse Madeleine
Albright escrito o seu livro um pouco mais tarde e haveria outro fascista a acrescentar
ao rol*. Por certo um capítulo sobre aquele que preside ao país com maior número de
falantes de língua portuguesa (cerca de 209 milhões de pessoas): Jair
Bolsonaro. Sucede que escreveu Fascismo:
Um Alerta, antes da eleição de Bolsonaro. 
Quando as predições sobre a apocalíptica escassez de recursos fracassam
reiteradamente, temos de concluir que a humanidade escapou milagrosamente
sucessivas vezes de uma morte certa, como um herói de um filme de acção de
Hollywood, ou que há alguma falha no pensamento que predisse a apocalíptica
escassez de recursos. A falha foi apontada em múltiplas ocasiões. A humanidade
não sorve os recursos do planeta como uma palhinha num batido até que um
borbulhar lhe diga que o recipiente está vazio. Em vez disso, quando as
reservas de um recurso que se extrai facilmente começam a escassear, o seu
preço sobe, levando mais gente a querer conservá-lo, a chegar a depósitos menos
acessíveis ou a encontrar substitutos mais baratos e mais abundantes.